Margens do Rio Pele
"Na tarde desse dia, passeava Monteiro, debaixo da parreira do seu quintal, pelo braço da viúva. As calhandras e os pintassilgos trilavam os seus requebros às margens do rio Pele. As rãs coaxavam nas poças, e as auras ciciavam na ramaria dos álamos. Era uma tarde de tirar amores do olho de uma couve lombarda."
CASTELO BRANCO, Camilo - Novelas do Minho : O cego de Landim. Porto : Edições Caixotim, 2006. p. 153
CASTELO BRANCO, Camilo - Novelas do Minho : O cego de Landim. Porto : Edições Caixotim, 2006. p. 153





