Romaria de S. Tiago da Cruz
Constava-lhe demais a mais que o José Dias, o estudante, estava sempre em Prazins, e tinha ido com Marta e mais o Simeão ao fogo preso da romaria de S. Tiago da Cruz. Viram-nos todos três a tomar café de madrugada numa barraca, a cochicharem os dois, muito aconchegados, enquanto o velho tosquenejava a dormitar.
CASTELO BRANCO, Camilo - A Brasileira de Prazins. Porto : Edições Caixotim, 2001. p. 131





