Flores e Jardinagem - Jardim da Praça da República V.Conde
Na poesia de Régio são múltiplas as alusões às flores.
"Canção da Primavera
Eu, dar flor já não dou. Mas vós, ó flores,
Pois que Maio chegou,
Revesti-o de clâmides de cores!
Que eu dar flor já não dou.
(...)"
Filho do Homem
"Canção de Outono
Como é que a roseira foi envelhecendo,
Se não era ainda para não dar flor?
Se não era ainda
Para estar perdendo
Toda a cor
De linda?
(…)"
Filho do Homem
"Canção do Moço Jardineiro
O moço jardineiro
Ergueu-se de manhã.
Faz florir as mimosas, Fevereiro!
Cheirava a terra na atmosfera sã.
Ergueu-se de manhã, nascia o Sol,
Desceu ao seu jardim.
Porque já te calaste, ó rouxinol?
E deu sol nas folhinhas do alecrim.
Desceu ao seu jardim a ver as flores,
Mas nem junquilhos; só violetas.
“Bons dias, meus amores!”
Disse ele àquelas pretas.
(…)"
RÉGIO, José - Cântico Suspenso
"Canção da Primavera
Eu, dar flor já não dou. Mas vós, ó flores,
Pois que Maio chegou,
Revesti-o de clâmides de cores!
Que eu dar flor já não dou.
(...)"
Filho do Homem
"Canção de Outono
Como é que a roseira foi envelhecendo,
Se não era ainda para não dar flor?
Se não era ainda
Para estar perdendo
Toda a cor
De linda?
(…)"
Filho do Homem
"Canção do Moço Jardineiro
O moço jardineiro
Ergueu-se de manhã.
Faz florir as mimosas, Fevereiro!
Cheirava a terra na atmosfera sã.
Ergueu-se de manhã, nascia o Sol,
Desceu ao seu jardim.
Porque já te calaste, ó rouxinol?
E deu sol nas folhinhas do alecrim.
Desceu ao seu jardim a ver as flores,
Mas nem junquilhos; só violetas.
“Bons dias, meus amores!”
Disse ele àquelas pretas.
(…)"
RÉGIO, José - Cântico Suspenso





